sábado, 31 de julho de 2010


Esqueco-me do sofrimento passado
Nas chagas da alma uso o unguento do amor que me dás
Que sara a minha própria dor
Com letras chamo o nome de uma flor
Pelos olhos da vida te vejo como um pintor
Pinto o vento
Chamo um astro adormecido
Na tarde coloco um manto de luz
Com o Sol uma onda palpita
E digo apenas que o conto começa da forma que sempre começa
Era uma vez…Blue Heaven

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